segunda-feira, 2 de abril de 2012

Não´estranho que eu mude

Todo Cambia
Mercedes Sosa

Cambia lo superficial
Cambia también lo profundo
Cambia el modo de pensar
Cambia todo en este mundo

Cambia el clima con los años
Cambia el pastor su rebaño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño

Cambia el mas fino brillante
De mano en mano su brillo
Cambia el nido el pajarillo
Cambia el sentir un amante

Cambia el rumbo el caminante
Aúnque esto le cause daño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño

Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia

Cambia el sol en su carrera
Cuando la noche subsiste
Cambia la planta y se viste
De verde en la primavera

Cambia el pelaje la fiera
Cambia el cabello el anciano
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño

Pero no cambia mi amor
Por mas lejo que me encuentre
Ni el recuerdo ni el dolor
De mi pueblo y de mi gente

Lo que cambió ayer
Tendrá que cambiar mañana
Así como cambio yo
En esta tierra lejana

Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia
Cambia todo cambia

Pero no cambia mi amor...
O drama de uma vida pode sempre ser explicado pela metáfora do peso. Dizemos que temos um fardo sobre os ombros. Carregamos esse fardo, que suportamos ou não. Lutamos com ele, perdemos ou ganhamos. O que precisamente aconteceu com Sabina? nada. Deixara um homem porque quis deixá-lo. Ele a perseguira depois disso? Quis vingar-se? não. Seu drama não era de peso, mais de leveza. O que se abatera sobre ela não era um fardo, mas a insustentável leveza do ser.
Milan Kundera

quarta-feira, 7 de março de 2012

8 de março Dia Internacional da Mulher

Dia da nossa conterranea que perdeu um olho numa ação policial. Das que perderam a vida pelas mão de um homem que as entendiam como propriedade.Das que que estão na rabeta da remuneração no mercado de trabalho.Das mães que disputam seus filhos com o tráfico.Das que reivindicam o direito de não ser mãe.Das que amam outras mulheres.Das ameaçadas de morte pelos coronéis do latifúndio.Dia de todas... das que fazem história desconstruindo papéis impostos, das que seguem esses papéis por vontade própria,das que lutam contra a opressão e exploração da mulher, pela autodeterminação de seus corpos, por igualdade de direitos e principalmente liberdade de ser e estar no mundo.Das que simbolizam as conquistas.Das que engrossam as estatísticas dos nossos desafios.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

"Não tinha como dar certo, a única coisa em comum que eles tinham era David Lynch, quando ela disse que não tinha gostado do último filme a crise se instalou. Foi irreversível. Começou a enxergar que ela tb não ouvia música que preste e detestava a mania que ela tinha de mandar indiretas por letras de músicas, como se um verso contivesse td q ela queria dizer. Daí partiu para a comida, postura epistemológica e terminou na atualização de status. Solteira."

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Quero inovações tecnológicas nos desconfiômetros. Desejo saber com precisão psicométrica quando vou me sentir uma boba por dizer o que sinto pelas pessoas.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mulher-polvo

No auge das mulheres-fruta,me sobra um epíteto: mulher-polvo.

Ler texto com a 'ajuda' de Pedro Luiz e Marcos Cézar requer oito braços,um desliga o pc,o outro risca a agenda,um tira meus óculos,outro sai correndo com o livro,um aperta o teclado,outro rasga o marcador de texto.

Enfim ação altamente organizada para obtenção de atenção.Paro td pra fazer dengo.

domingo, 24 de julho de 2011

Em construção

De uma vez por todas, informo a quem interessar possa que não tenho nada contra a fofa da Maria Gadú. Voz linda,letrinhas sacantes,bom pra tarde vazia e declarações de amor,mas não dá pra botar no pedestal.Quando falei do 'Shimbalaie' quis dizer que o o sol beijando o mar é batidão do ponto de vista de imagem,não quis ofender quem ouve Gadú. Agora mesmo já repeti duas vezes "Tudo diferente".Tô perdoada?